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Você é um profissional proativo, reativo ou neutro?


Existe uma lei no mundo corporativo, já defendida por Max Gehringer entre outros autores, na qual chamo de lei 2-6-2.

A cada grupo de dez funcionários dois deles são altamente positivos e realizadores, isto é, são aquelas pessoas que perante qualquer dificuldade ou desafio sempre vão encarar o problema com a certeza que será possível superá-lo. Elas são otimistas e não se abatem com facilidade perante os desafios do dia-a-dia. Vamos chamá-los aqui de “proativos”.

Agora, destes dez colaboradores existem outros dois que mediante uma adversidade se apresentam de forma negativa, pregando a impossibilidade de resolver o problema, desistindo com muita facilidade. E o pior é que eles farão de tudo para contaminar seus pares com estes pensamentos. São os pessimistas que apenas reclamam perante as dificuldades, mas são incapazes de buscar o conhecimento para transpor os desafios diários. Vamos chamar este grupo de “reativos”.

Os seis colaboradores restantes do grupo dos dez não têm opinião formada sobre a dificuldade ou desafio que foi exposto, eles são meros ouvintes e muitas vezes quando as situações de complexidade aparecem, eles não têm consciência deste processo e se limitam a esperar os acontecimentos futuros. Vamos chamar este grupo de “neutros”.

O grande problema desta questão é que os “neutros” são facilmente influenciados pelas pessoas e dependendo do poder de persuasão dos outros dois grupos eles penderão para os proativos (otimistas e realizadores) ou para os reativos (pessimistas e resmungões).

Imagine que um líder identificou que seus funcionários podem dar mais resultados dos que vêm apresentando e determine novas metas de produtividade para todo o departamento.

Dois funcionários, os proativos, estudarão novas formas de produzir, revendo os fluxos e talvez até pedindo algumas alterações no sistema informatizado para ganharem mais tempo e conseguirem alcançar as novas metas determinadas.

Outros dois colaboradores, os reativos, vão começar a reclamar dizendo, sem ao menos refletir, que será impossível alcançar as novas metas, dizendo que o líder está louco em determinar tais desafios e que a única solução para produzir estes resultados é contratando mais oito pessoas para o departamento.

Os outros 6 ( os neutros ) migram para os grupos dos proativos ou reativos dependendo do poder de influência deles.

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Neste momento é muito importante a presença da liderança, pois ela terá que fazer coro com os proativos aumentando as chances de migrar os seis neutros para a proatividade resultando as ações necessárias para sucesso das tarefas. O líder precisa detectar as pessoas proativas e desenvolver nelas o poder de influência e persuasão para que no final tenhamos oito pessoas neste grupo.

Conversar com os neutros também é uma boa estratégia, instigando-os a opinarem por soluções para o sucesso do novo desafio.

Esta lei está presente em todas as equipes de trabalho sendo importante que líderes e liderados se enxerguem em quais grupos fazem parte, isto é, sou do grupo dos dois proativos que reagem positivamente perante as dificuldades ou sou do grupo dos reativos que lamenta e se revolta mediante o problema, ou ainda sou do grupo dos neutros que aguarda ser influenciado pelos outros grupos.

Reflita, busque na sua história corporativa como você reagiu perante as dificuldades ou desafios impostos. Caso você se encaixe nos grupos dos reativos ou neutros sugiro a você elaborar um plano de desenvolvimento profissional, pois como dizia Napolen Hill: as dificuldades da vida e do trabalho se dissipam a luz do conhecimento.

Por Ricardo Piovan
Palestrante e Coach Organizacional

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Sucesso.

André e Simone Calamita
http://empreendedoresinspiracao.blogspot.com

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Talento ou Atitude?


Talento ou Atitude?

Quantas vezes a gente se pergunta por que algumas pessoas vão mais longe, avançam mais rápido e conseguem melhores resultados do que outras?

Quanta gente talentosa fica no meio do caminho, estagnada na vida, que não se desenvolve, não chega “lá”. O talento por si só não explica o sucesso. Talvez seja o esforço acima da média. Entretanto, aí também encontramos dificuldades em formar um padrão. Porque, se por um lado os mais bem sucedidos trabalham com persistência e determinação, por outro lado tem muita gente suando a camisa, ralando, que não decola na vida.

Se a fórmula “talento e persistência” não garantem sucesso, o que falta? Educação? Albert Einstein, que aprendeu a falar com oito anos de idade e era tido como um menino retardado, foi expulso da escola, após três meses de aula, sob a alegação dos professores, que ele não tinha capacidade mental para o aprendizado e em outra escola, reprovou em álgebra. O que dizer então de Thomas Edison que também foi expulso do colégio e mais tarde, após fracassar 9.999 vezes descobriu a lâmpada elétrica e totalizou 1901 inventos que passam por produtos eletrônicos a fabricação do cimento. Suas idéias e seus projetos revolucionaram o mundo!

Quem sabe então, o que explica o sucesso é a inteligência? Devo lembrar que existem muitos gênios sem expressão, pessoas que sabem muito e não fazem nada. Como explicar o fracasso de herdeiros dotados de condições excepcionalmente positivas? Situações que ouvimos pela vida, como “pai rico, filho nobre e neto pobre?”. Na filosofia clássica, encontramos algumas pistas sobre a forma de vida especial que separa vitoriosos de mortais e chegamos a conclusão que o fracasso e o sucesso são “primos”. A linha divisória que separa os bem sucedidos dos que não conseguem nada, é incrivelmente estreita.

De um modo geral, as pessoas estão reclamando do governo, de crise, da política, de situações difíceis e aguardando que alguma coisa mude para realizarem seus sonhos. Contudo, a pessoa que temos como modelo, não espera por uma mudança, ela vai à luta e a faz. É uma pessoa “em movimento”, que corre na vida e realiza seus propósitos. Essa pessoa entende que inteligente não é aquele que sabe muito, mas aquele que aplica aquilo que sabe.

A diferença que podemos perceber entre os que dão certo e os que não dão tão certo tem a ver com a atitude que o indivíduo coloca em relação ao que faz. Essa motivação é a base do sucesso, é a argamassa que mistura tudo, talento, persistência, educação, inteligência e incentivo, dando consistência na construção de propósitos, ajudando a transformar sonhos em realidade. A vida vai lhe dar de volta o que você deu a ela. Sua vida não é uma coincidência. Sua vida é uma consequência daquilo que você pensa e faz para ela.

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

André e Simone Calamita
http://empreendedoresinspiracao.blogspot.com
http://www.recrutafacil.com/andreesi