• Seja Bem Vindo!

    "Que a sua felicidade esteja no SENHOR! Ele lhe dará o que o seu coração deseja. Ponha a sua vida nas mãos do Senhor, confie nele e Ele o ajudará."

    [Salmo 37:4-5] - [Bíblia Nova Tradução na Linguagem de Hoje]

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Para Refletir


Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou. Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou. Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.

Ele pegou o bilhete e leu: Continue lendo

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A Preocupação e a Cadeira


“A preocupação é como a cadeira de balanço: mantém você ocupado, porém, não o leva a lugar algum.”

Contam que… Continue lendo

O Desafio de ser Honesto


Conta-se que, por volta do ano 250a.C., na China antiga, um príncipe da região norte do país estava ás vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, deveria-se casar. Sabendo disso, ele resolveu fazer uma competição entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua resposta.

No dia seguinte, o príncipe anunciou que faria uma celebração especial e receberia todas as pretendentes para lançar o desafio.

Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.

Ao chegar a casa e relatar o fato á jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir á celebração e indagou incrédula:

– Minha filha, o que você fará-la? Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte. Tire esta idéia insensata da cabeça. Sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.

E a filha respondeu:

– Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca, sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe. Só isto já me tornará muito feliz.

À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam de fato, todas as mais belas moças, com as mais determinadas intenções. Então, inicialmente, o príncipe anunciou as regras da competição:

– Darei a cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me troxer a mais bela flor, será escolhida esposa e futura imperatriz da China.

O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura de sua semente, pois sabia que, se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado.

Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido. Dia após dia, ela via cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor. Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado. Consciente do seu esforço e dedicação, a moça comunicou a mãe que, independente das circunstâncias, retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada, além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.

Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores.

Finalmente chega o momento esperado, e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Ápos passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa. As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu por que ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado. Então calmamente o príncipe esclareceu:

– Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz. A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis.

Refletindo: Se para vencer, estiver em jogo a sua honestidade, perca. Você será sempre um vencedor!

Pense nisso

Fonte: Brilhos – Seleção de Textos para Reflexão

André e Simone Calamita
http://empreendedoresinspiracao.blogspot.com
http://www.recrutafacil.com/andreesi

NÃO Murmure.


“É durante as fases de maior adversidade que surgem as grandes oportunidades de se fazer o bem a si mesmo e aos outros”.
(Dalai Lama)

Não Murmure. Agradeça!
Por Marizete Furbino

Agradeça às oportunidades que lhe são concedidas no percurso de sua caminhada. Não temos o costume de fazer agradecimentos. Raramente agradecemos.

É cediço que o agradecimento, apesar de fazer parte de uma boa educação, está cada vez mais escasso em nosso meio. As pessoas não conseguem reconhecer os benefícios que chegam até as suas mãos, mas os prejuízos são vistos com exuberância.

Não há dúvida que o coração enrijecido, muitas vezes resultado de uma grande decepção, causa traumas, e por conseqüência, grandes estragos. Tais estragos, além de tornar o ser humano egoísta, insensível, às vezes amargo, intragável e de difícil convivência, leva-o a se fechar como uma ostra, a tal ponto de não reconhecer nenhum benefício advindo dos outros, não visualizando o valor que tem, nem mesmo os valores que as demais pessoas que se encontram ao seu lado possuem. Com freqüência parecem agir de olhos vendados, uma vez que não conseguem enxergar o valor das pessoas com as quais convivem, os benefícios que tais pessoas lhes proporcionam. Como resultado, tais pessoas correm sérios riscos de perderem relacionamentos valiosos, empregos e amizades, devido aos seus comportamentos e atitudes.

Ser grato a quem nos estende as mãos é mais do que uma obrigação. Temos que aprender a fazer o exercício da gratidão até mesmo em meio às tempestades da vida, pois, quando as marés estão altas e de difíceis acessos, adquirimos sabedoria, maturidade, e aprendemos a crescer e a agradecer.

Entendemos ainda que devemos aprender a conferir honras a todos os que convivem conosco, pois com estas pessoas aprendemos muito. Aprendemos a ser a cada dia um ser humano melhor. Sabemos que é inevitável conviver com pessoas de várias índoles – más e boas –, mas o convívio com pessoas de caráter ruim não pode ser um obstáculo. Ao contrário, quando nos encontramos diante das maldades e das retaliações sofridas, devemos aprender com isso e então nos transformarmos a cada dia em uma nova criatura, “dando o troco” de forma diferente. E assim a vida vai se transformando em um verdadeiro aprendizado. É bom recordar que o mundo é uma verdadeira escola.

É oportuno dizer que, mesmo o ser humano se encontrando estabilizado em sua vida pessoal e profissional, ainda assim este se encontra insatisfeito, sempre à procura de mais e mais, nunca se contentando com o que já possui; no entanto, deve sempre reconhecer e agradecer as oportunidades que a vida lhe confere.

Particularmente acreditamos que às vezes, em um dado período de nossa existência, passamos por um determinado “funil”, e se pensarmos bem criteriosamente, podemos verificar que talvez seja vital que repensemos a nossa maneira de agir e de viver; quem sabe talvez para aprender a nos valorizar e a valorizar mais o outro, a sermos mais humildes, a agirmos sem soberba, sem vaidade e gratos à toda oportunidade que a vida nos oferece.

Ademais, vale destacar que o dia termina à meia noite e que no dia seguinte, bons ventos poderão soprar a seu favor. Pensando assim, torna-se interessante perceber que atrás de ruínas vem a bonança; logo, perceber que este é somente um período de “tempestade”, mas que vai passar, é de vital importância no que tange ao enfrentamento da circunstância. Aproveite a oportunidade e seja inteligente, mantendo o equilíbrio sem desesperar em meio a quaisquer circunstâncias da vida. Não pense em abandonar o “barco”, pois o melhor a fazer é permanecer dentro dele.

Pelo exposto, torna-se importante pensar que, se você entrar em desespero, isso só o conduzirá a uma situação de risco, o que irá neutralizar a sua ação, impedindo-o de pensar e agir de forma acertada e de vislumbrar novas oportunidades e sem encontrar saída.

Se tivermos o hábito de lamentarmos, lamentarmos e lamentarmos, a vida se tornará um fardo pesado e perde o seu sentido; dessa forma, você não conseguirá enxergar as belezas que a vida lhe oferece e/ou tem a lhe oferecer.

Sabemos que a vida é efêmera e que estamos aqui neste mundo de passagem; assim, se pensarmos friamente e de forma cautelosa, nada justificará as lamentações. Lamentos não vão ajudá-los a resolver os problemas; ao contrário, irão facilitar a instalação de doenças, uma vez que somos seres psicossomáticos. Isso acarretará, além de vários problemas de saúde, mal-estar, tristeza, depressão e envelhecimento, e o que é pior, além de enrugar o físico, enruga a alma. Marcas na alma, se não trabalhadas, permanecem em nós como pegadas, provocando assim, inúmeros estragos.

Sendo assim, o melhor que você tem a fazer neste momento é parar e de forma cautelosa e fazer um verdadeiro balanço de sua vida.

Coloque os seus problemas em um papel, procure pensar, refletir, analisar e encontrar possíveis saídas.

Elabore um planejamento, estabeleça metas e objetivos em curto prazo, mantendo sempre o foco no alvo que deseja alcançar.

Descruze os braços, pare de lamentar e inicie imediatamente a caminhada, tenha em mente que é caminhando que teremos chances de revertermos o “quadro”. Parados não chegaremos a lugar algum. Enfim, de nada adiantará lamentar e queixar, você deve fazer acontecer.

À guisa de conclusão, cumpre aqui salientar que a vida é colorida de várias cores, mas somente você pode colorir a vida com as cores que você desejar. Tudo depende única e exclusivamente de você.

Tente! Você é capaz.
Pense nisto.

André e Simone Calamita
http://empreendedoresinspiracao.blogspot.com

Lições Para Bem Viver…


Segundo Gurdjieff um especialista russo em comportamento humano, traçou algumas regras de vida. Quem consegue praticar a metade dessas lições, com certeza terá menos estresse. As regras são as seguintes:

Aprenda a dizer não sem se sentir culpado ou achar que magoou. Querer agradar a todos é um desgaste enorme.

Planeje seu dia, sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso, consciente de que nem tudo depende de você.

Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você se exaure.

Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.

Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os, porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.

Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso.

É preciso ter sempre alguém em quem se possa confiar e falar abertamente ao menos num raio de cem quilômetros.

Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.

Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.

Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo… para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.

A rigidez é boa na pedra, não no homem. A ele cabe firmeza, o que é muito diferente.

Pense nisso

André e Simone Calamita
http://empreendedoresinspiracao.blogspot.com

Se eu soubesse o que sei agora


Conta-se que o dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua e lhe falou: Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor conhece tão bem. Poderia redigir um anúncio para o jornal?

Olavo Bilac, muito solícito, apanhou um papel e escreveu: Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. A casa, banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda.

Meses depois, o poeta topa com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.

Nem pensei mais nisso, disse o amigo. Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha.

Às vezes, para que possamos reconhecer o valor dos tesouros que possuímos, é preciso que alguém nos abra os olhos. E isso não acontece somente com relação aos bens materiais, mas também no campo afetivo.

Talvez motivados pela rotina ou pela acomodação, passamos a observar apenas as manias ou os pequenos defeitos daqueles que convivem conosco, esquecendo-nos das qualidades boas que eles possuem.

Não é raro alguém de fora nos surpreender com uma lista de virtudes dos nossos filhos, que passam despercebidas aos nossos olhos.

Ou, então, um colega que elogia nosso esposo ou esposa ressaltando qualidades que não estamos percebendo.

Esposas que criticam o marido porque ele não abre a porta do carro para ela, não puxa a cadeira para ela se sentar, esquece o aniversário de casamento, não lhe oferece flores no dia dos namorados…

Essas esposas não levam em conta que aquele mesmo homem é um pai carinhoso, dedicado, é trabalhador, honesto, e sempre que ela precisa, ele está por perto para ajudar.

Há maridos que desvalorizam suas esposas porque nem sempre estão em dia com a moda, porque os cabelos brancos não estão bem camuflados, porque não lhe dão atenção integral quando dela necessitam…

Esses esposos certamente não se dão conta do valor que essas mulheres têm. Não percebem quantas noites elas são capazes de passar acordadas, vigiando o filho doente, e enfrentar dias inteiros de trabalho exaustivo, sem reclamar.

Não se dão conta de que essas mulheres, tantas vezes, fazem verdadeiros malabarismos financeiros para poupar o marido de saber que o dinheiro do mês foi curto.

Mães e pais que criticam os filhos porque não atendem a todos os seus caprichos, ou porque nem sempre fazem as coisas como lhes determinam, esquecidos de que esses garotos e garotas têm muito valor.

São jovens que prezam pela fidelidade, que respeitam opiniões contrárias, que valorizam a família, que se dedicam a causas nobres, jovens saudáveis e cidadãos de bem.

Assim, não façamos como o comerciante que queria vender seu sítio, e ao ler o anúncio redigido por alguém de fora, mudou de idéia.

Tenhamos, nós mesmos, olhos de ver, ouvidos de ouvir e sensibilidade para sentir as boas qualidades e as virtudes daqueles que nos seguem mais de perto.

Você sabia?

Você sabia que há pessoas que nem sempre conseguem demonstrar seus verdadeiros sentimentos?

Talvez por medo de uma decepção ou por timidez, escondem-se atrás de uma couraça de proteção que as faz sentir-se mais seguras.

E essa forma de isolar-se, muitas vezes pode aparecer disfarçada de a

gressividade ou de comportamento anti-social.

É por essa razão que precisamos desenvolver nossa capacidade de penetrar os sentimentos das pessoas, um pouco além das aparências.

Momento de Reflexão

É triste dizer adeus…


Olá amado(a)!

Antes de postar, peço desculpas de coração pela ausência. Alguns me perguntaram por e-mail: ” Mas cadê suas postagens? Estou sentindo falta delas?” e, eu sinto muito por estar em falta. Este fim de semana foi muito difícil pra mim e pra todos de minha casa. Estamos com o coração muito apertado, pois faleceu uma tia muito, mas muito querida. Minha segunda mãe.

Perder alguém é realmente muito triste, doloroso e, ainda mais alguém tão amada, tão querida. Sei que ela está bem agora, onde está. Sei que está nos braços do Pai. Mas como dói! Sei que esta dor irá passar e que ficarão apenas lembranças dos belos e lindos momentos em família, dos natais, viradas de ano, festas de aniversários, enfim tantas datas comemoradas juntas.

Eu sei que Deus em sua infinita sabedoria fez o que era necessário, pois ela sofria de um cancêr há 8 anos. Lutou…lutou bravamente até o fim. Não sei se ela venceu o cancêr ou se o cancêr a venceu. Mas ficará pra sempre o seu sorriso, a sua vontade de viver, a sua força. Que agora ela possa descansar nos braços do nosso Pai Amado.

E, no domingo eu estava muito triste e, ao abrir meus e-mails, recebi de uma pessoa que não conheço uma linda mensagem. Senti que era pra mim. As vezes somos tão egoístas não é mesmo? Mas senti que aquela mensagem era pra mim, pra minha família. Este texto é de Letícia Thompson e retrata bem o que estamos sentindo. Não conheço a Letícia, mas  recebi dela mesma. Agradeço de coração, pois sei que Deus colocou em nosso caminho pra que naquele momento pudéssemos nos sentir consolados.

Segue abaixo o texto lindo de Letícia Thompson

É triste dizer adeus…

É triste dizer adeus, mas às vezes é necessário. Não podemos prender a nós definitivamente as pessoas que amamos para suprir nossa necessidade de afeto. O amor que ama, aprende a libertar.

Procuramos ganhar tempo para tudo na vida. Mas a vida, quando chega no próprio limite, despede-se e é esse último adeus que é difícil de compreender e, mais ainda, aceitar.

Possuímos um conceito errado do amor. Amar seria, no seu total significado, colocar a felicidade do outro acima de tudo, mas na realidade é a nossa felicidade que levamos em consideração. Queremos os que amamos perto de nós porque isso nos completa, nos deixa bem e seguros. E aceitar que nos deixem é a mais difícil de todas as coisas.

Não dizemos sempre que queremos partir antes de todos os que amamos? Isso é para evitar nosso próprio sofrimento, nossa própria desolação. É o amor na sua forma egoísta.

Aceitar um adeus definitivo é uma luta. Se as perdas acontecem cedo demais ou de forma inesperada, o sentimento de desamparo é muito maior e a dor mais prolongada. É o incompreensível casando-se com o inaceitável e o tudo rasgando a alma. Essas dores poderão se acalmar, mas nunca se apagarão.

Mas quando a vida chega ao final depois de primaveras e primaveras e outonos e mais outonos, nada mais justo que o repouso e aceitar a partida é uma forma de dizer ao outro que o amamos, apesar da falta que vai fazer.

Não podemos prender as pessoas a nós para ter a oportunidade de dizer tudo o que queremos ou fazer tudo o que podemos por elas. De qualquer forma, depois que se forem, sempre nos perguntaremos se não poderíamos ter dito ou feito algo mais. Mas essas questões são inúteis.

O amor que ama integralmente não quer ver o outro sofrer e ele abre mão dos próprios sentimentos para que o destino se cumpra, para que a vida siga seu curso.

As dores do adeus são as mais profundas de todas. Mas elas também amenizam-se com o tempo e um dia, sem culpa, voltamos a sorrir, voltamos a abrir a janela e descobrimos novamente o arco-íris da vida.

Depois da tempestade descobrimos um dia novo e o sol brilha de maneira diferente. E talvez seja assim que aprendemos a dar valor à vida, aos que nos cercam; aprendemos a viver de forma a não ter arrependimentos depois e aproveitar ainda mais cada segundo vivido em companhia daqueles que nosso coração ama.

(Texto de Letícia Thompson)
Mas que retrata muito bem o que sentimos agora, neste momento.

Tia
Lucia…muita, muita saudade…
Uma saudade eterna…
Certamente jamais esquecida…
Insubstituível…
A guerreira…que falta faz, mas descanse, descanse em paz!

Te amaremos sempre, sempre, por toda vida!

Simone Calamita