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Escolhas são Fundamentais


Por Jerônimo Mendes
Administrador, Escritor e Palestrante
Autor de Oh, Mundo Cãoporativo! (Qualitymark) e Benditas Muletas (Vozes)
Mestre em Organizações e Desenvolvimento Local


Esse artigo diz respeito a milhões de pessoas que tem o privilégio de acordar diariamente para enfrentar um novo dia gozando de boa saúde e disposição, independentemente de estarem empregadas ou à disposição do mercado, de bem com a vida ou sendo castigada por ela. Como eu sempre digo e acredito, não há mal que sempre dure, portanto, qualquer condição de desvantagem é apenas uma fase de transição imposta pelo universo para testar a nossa capacidade de reação diante dos fatos.

O meu filho mais velho teve a sua primeira grande experiência negativa recentemente: foi assaltado a duas quadras de casa. Graças a Deus, depois de vinte e um anos de orientação familiar, ele manteve a calma e entregou a fortuna que carregava – mochila, celular, jaqueta, relógio etc. – diante de uma arma apontada por um moleque enquanto o comparsa se encarregava da proeza, ambos tensos e de mal com a vida. Pensando melhor, eram três vítimas reunidas.

A maior preocupação dos dois era mandá-lo calar a boca nas duas vezes em que pediu para que deixassem os documentos pessoais e o trabalho de conclusão de curso ainda não concluído. Os documentos se foram, o trabalho ficou, mas o que valeu mesmo foi a escolha consciente pela vida.

Quando ele chegou em casa e se acalmou de verdade, onze e meia da noite, a única coisa que ele fez questão de mencionar foi “eu escolhi não reagir” embora o seu tamanho comparado ao dos indivíduos pudesse sugerir a possibilidade de reação. Como ele mesmo disse, o fim poderia ter sido fatal. Bens, documentos e outras bobagens materiais a gente recupera. A vida, não.

Há pouco tempo, o pintor Reinaldo Quintiliano despencou do 18º andar de um edifício em Curitiba, quando a cadeira em que ele sentava desprendeu-se da fivela de segurança. Durante aqueles intermináveis cinco segundos até o encontro com o chão, a única coisa que ele lembra foi ter pedido a Deus que o deixasse viver para terminar de criar os filhos. Quarenta dias depois, em entrevista à Rádio CBN, Reinaldo disse apenas que optou pela vida e, milagrosamente, depois de um mês em coma e muitas fraturas pelo corpo, ele continua com o firme propósito de voltar a trabalhar o mais rápido que puder.

O nosso futuro é determinado pelas nossas escolhas. O fato de você ainda não ter conseguido a casa dos seus sonhos, o carro do ano e o melhor emprego do mundo não diminuem em nada o seu valor na sociedade. Ao contrário, quanto mais dificuldades você enfrenta, mais ágil você se torna e mais promissor é o seu futuro. Entretanto, para que os sonhos sejam transformados em realidade, escolhas conscientes e atitudes positivas são determinantes nessa conquista.

De maneira geral, pessoas que não sabem o que querem, não fazem o que gostam e não reagem diante das dificuldades caminham para a infelicidade no longo prazo. E, como diz o ditado, no longo prazo estaremos todos mortos, portanto, enquanto a vida continuar oferecendo a oportunidade de mudança, sempre haverá muito mais felicidade na realização do presente do que na esperança do futuro.

Algumas escolhas na vida são realmente fundamentais: a pessoa com quem você vai se casar; a universidade onde você quer estudar; a profissão que você quer seguir; a casa, o bairro e a cidade onde você pretende morar; a aposentadoria que você almeja ter; portanto, de maneira consciente ou inconsciente, as escolhas do momento presente determinam a colheita do momento futuro. Quase sempre, o que falta é a consciência da importância do momento presente.

Como dizia Emerson, o grande pensador americano, “leva tempo para descobrir o quanto somos ricos”. Em geral, o conceito de riqueza está associado ao dinheiro, ao acúmulo de bens materiais, à posição temporária que o ser humano ocupa na sociedade e isso, quando levando ao pé da letra, também diz respeito às escolhas, ainda que equivocadas sob o ponto de vista da evolução racional.

No ambiente de trabalho alguém pode escolher insultá-lo, mas você tem a possibilidade de escolher entre a reação e a indiferença. O que muda é a percepção das conseqüências. A reação acirra os ânimos contrários e o resultado tende a ser catastrófico. A indiferença enfraquece o oponente sem a necessidade de violência, mas é preciso ser mais forte do que ele para evitar o confronto.

De acordo com Deepak Chopra, escritor indiano radicado nos Estados Unidos, “tanto eu quanto você somos escolhedores infinitos. Em nossa vida, a todo momento, entramos no campo de todas as possibilidades, onde temos acesso a uma infinidade de escolhas. Algumas delas são feitas conscientemente, outras não”. Portanto, a melhor maneira de acertar as escolhas é manter o espírito aberto e consciente em relação ao que se deseja obter no futuro.

Todos os dias, logo pela manhã, você tem acesso a uma infinidade de escolhas: tomar café desesperadamente ou comer o necessário para manter o corpo em sintonia com a vida; despedir-se da esposa e dos filhos com um beijo ou sair de fininho; cumprimentar os colegas de trabalho com um sorriso ou desejar que se danem; ser produtivo ou cumprir mais um dia de martírio; irritar-se no trânsito ou agradecer pela felicidade de possuir um carro para se locomover.

Quer você queira ou não, quer você goste ou não, tudo o que está acontecendo nesse exato momento é resultado das suas escolhas. E um ditado tão antigo continua extremamente atual: você colhe aquilo que planta, portanto, se você deseja felicidade deve semear felicidade; se deseja viver num bom ambiente de trabalho, deve, no mínimo, sorrir; se deseja um futuro brilhante, deve levantar o traseiro do sofá, livrar-se do controle remoto e traçar um plano definitivo de ação em direção ao futuro.

Relembrando o que foi dito no início do texto, todos os dias você tem o privilégio de acordar e fazer escolhas que determinam a satisfação e a plenitude do momento seguinte, diferente de milhares de pessoas que acordam cedo e preferem optar pelo sofrimento e de outros milhares que não sabem se vão comer durante o dia, quando vão conseguir emprego e onde acomodar o esqueleto no próximo inverno.

Segundo Chopra, “quanto mais escolhas conscientes você fizer no nível de percepção consciente, mais corretas e espontâneas serão as escolhas, tanto para si quanto para os outros estão ao seu redor”. Portanto, quando fizer escolhas, pense um pouco mais com o coração, não se deixe iludir pela mente. O coração é holístico, tem ligação direta com Deus e ainda que você não acredite em Deus, precisa de alguém que acredite em você.

Há muito tempo eu tomei a feliz iniciativa de rezar e agradecer por tudo a caminho do trabalho. E todos os dias, durante o trajeto, eu repito em voz alta: “Jerônimo, você é um carta de sorte, conseguiu estudar, arranjar uma esposa legal, fazer dois filhos, publicar seis livros e ainda te pagam para fazer o que você gosta: transmitir conhecimento e gerar prosperidade para milhares de pessoas. Vai ter sorte assim lá no céu”.

Toda vez que você fizer uma escolha pense sempre nas consequências que a escolha vai proporcionar. Não faça como John Lennon que teve a infelicidade de dizer que “a vida é aquilo que acontece enquanto você faz planos”. Nem todos têm chance de cair nas graças da mídia e a despeito de todas as suas esquisitices ainda se dar bem. Escolher e planejar são fundamentais para o alcance dos objetivos em qualquer fase da vida, é apenas uma questão de opção.

Pense nisso

André e Simone Calamita
http://empreendedoresinspiracao.blogspot.com

O que realmente faz você pular da cama de manhã?


Passeando pelo site um toque de motivação nos deparamos com um artigo muito legal de Robert Wong (autor dos livros “O Sucesso Está no Equilíbrio” e “Super Dicas para Conquistar um Ótimo Emprego” . Robert é um dos palestrantes mais inspiradores e requisitados do mercado. Boa leitura.

Sempre fiquei intrigado sobre quais os verdadeiros fatores motivacionais que levam um profissional a atingir, e até mesmo a ultrapassar, os objetivos da empresa.

Comece perguntando por que você levanta todas as manhãs para trabalhar e, talvez, possa chegar às seguintes respostas:

  • porque você quer que a empresa tenha orgulho de você;
  • para ajudar a empresa a crescer e prosperar no mercado;
  • para fazer parte de uma equipe líder e vencedora;
  • para colaborar com o crescimento do meu chefe etc…
Podem ser respostas válidas, mas descobri que no fundo há um motivo mais premente e significativo que norteia nossas ações. E qual seria este motivo?

Certa vez, em minha carreira de executivo, uma das minhas responsabilidades era supervisionar os funcionários em relação ao cumprimento das metas no faturamento mensal da empresa. Trabalhava diretamente com eles, fazia visitas e conversava com cada um, individualmente. Então perguntei a cada membro da equipe o que os motivava a pular da cama e ir trabalhar todos os dias.

Esperava ouvir respostas do tipo das citadas acima, me enganei. Escutei a maioria dizer que trabalhava para atingir um sonho pessoal:

  • par ser promovido
  • para casar
  • para comprar uma casa nova
  • trocar de carro
  • e muitos outros variados motivos

A partir daí sugeri um desafio ou “brincadeira”. Pedi, então, que cada um desses membros da equipe que eu dirigia, me levasse uma foto ou figura que representasse o seu objetivo ou meta – a foto do carro, da casa nova, da futura esposa(o) etc.. Prometi que a empresa pagaria a moldura e solicitei que cada um colocasse seu sonho sobre a mesa ou pendurado na parede à sua frente.

Cada vez que cobrava os objetivos, estes não eram mais os da empresa, mas seus próprios. De maneira descontraída, mostrava-lhes que com os resultados atuais, seus sonhos e objetivos ainda estavam um tanto distantes. E quem criou essas metas foram os próprios consultores, individualmente, e não eram mais objetivos definidos pela empresa – para alguns talvez inatingíveis e vindo de cima para baixo. Como bom guerreiro e com seu brio desafiado, cada consultor se desdobrava para provar que poderia fazer melhor.

Impressionante! Com um investimento em 20 molduras, o faturamento disparou, pois nas minhas cobranças não mais falava sobre as metas da empresa, mas sim das metas individuais de cada um. Aí residia a diferença! Essa iniciativa fez com que os objetivos da empresa e os do individuo ficassem “alinhados”, resultando num ambiente de trabalho mais harmonioso e numa equipe mais produtiva.

Sugiro que, além de correr atrás de objetivos corporativos, estabeleça metas pessoais, definidas por você mesmo (e colocadas fisicamente à sua frente num quadro), pois estas certamente o ajudarão a fazer com que você caminhe na direção almejada.

A conclusão é que no fundo, no fundo, o motivo que nos leva a pular da cama e trabalhar com todo o afinco é para atingir nossos objetivos e sonhos pessoais.

Coloque a sua imagem do “ótimo emprego” (ou qualquer objeto do seu desejo) á sua frente. Tente… E veja o que vai acontecer!

Pense nisso.

André e Simone Calamita
http://empreendedoresinspiracao.blogspot.com
http://www.recrutafacil.com/andreesi