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O Brilho de Tornar-se um Líder


Por Roberto Shinyashiki

O brilho de qualquer bom líder é, justamente,conseguir unir as grandes habilidades de cada membro e elevar a autoestima de todos, para que satisfação, felicidade e qualidade de vida sejam os pilares centrais do cotidiano.

Quantas vezes você já não ouviu inúmeras pessoas clamarem sobre a importância do líder dentro das empresas? Sem dúvida ela é crucial. Empresas sem bons líderes dispersam-se na busca de seus objetivos, fazendo com que suas metas expirem.

O problema é que, nem sempre, as organizações têm líderes preparados. Muita gente é promovida sem treinamento e experiência e acaba gerando um nível de estresse em todos os membros da equipe. Isso porque, tornar-se difícil remar na mesma direção. É preciso entender que para ser um líder, antes de qualquer coisa, é necessário entender de gente. Continue lendo

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Meu chefe não me ouve…


Por Prof. Menegatti

Muitos líderes, mesmo anunciando que as portas estão abertas, não sabem ouvir e os subordinados, em contrapartida, deixam de expor seus sentimentos por medo do que poderá acontecer ou por receio de serem totalmente ignorados.  Li uma frase bem interessante: “Meu chefe adora ouvir nossa opinião. Ele costuma sempre dizer: Nas nossas reuniões nossos funcionários entram com suas idéias e saem com as minhas”. Em resumo ele não ouviu nada. De acordo com a pesquisa Gallup, 66% das pessoas se demitem de seus chefes e não da empresa.

Você sabia que 60% dos problemas de gerenciamento é resultado de falhas na comunicação? Conforme crescem em autoridade, as pessoas costumam ficar mais impacientes quando se trata de ouvir seus subordinados. Deixar de ouvir é a primeira indicação de uma mente fechada.

Quanto mais alto o cargo que elas ocupam e maior a autoridade que detêm numa empresa, menos se sentem na obrigação de ouvir os outros. Mesmo assim, a necessidade de ouvir é ainda maior quando estão nessa situação, por se afastarem da linha de fogo, dependem ainda mais dos outros para receber as informações corretas.

Se não formarem o hábito de ouvir, com atenção, não terão como dispor dos dados de que precisam, e as pessoas não confiarão em suas decisões.


Deus abençoe sua semana e sua vida.

André e Simone Calamita
http://empreendedoresinspiracao.blogspot.com

Você é um profissional proativo, reativo ou neutro?


Existe uma lei no mundo corporativo, já defendida por Max Gehringer entre outros autores, na qual chamo de lei 2-6-2.

A cada grupo de dez funcionários dois deles são altamente positivos e realizadores, isto é, são aquelas pessoas que perante qualquer dificuldade ou desafio sempre vão encarar o problema com a certeza que será possível superá-lo. Elas são otimistas e não se abatem com facilidade perante os desafios do dia-a-dia. Vamos chamá-los aqui de “proativos”.

Agora, destes dez colaboradores existem outros dois que mediante uma adversidade se apresentam de forma negativa, pregando a impossibilidade de resolver o problema, desistindo com muita facilidade. E o pior é que eles farão de tudo para contaminar seus pares com estes pensamentos. São os pessimistas que apenas reclamam perante as dificuldades, mas são incapazes de buscar o conhecimento para transpor os desafios diários. Vamos chamar este grupo de “reativos”.

Os seis colaboradores restantes do grupo dos dez não têm opinião formada sobre a dificuldade ou desafio que foi exposto, eles são meros ouvintes e muitas vezes quando as situações de complexidade aparecem, eles não têm consciência deste processo e se limitam a esperar os acontecimentos futuros. Vamos chamar este grupo de “neutros”.

O grande problema desta questão é que os “neutros” são facilmente influenciados pelas pessoas e dependendo do poder de persuasão dos outros dois grupos eles penderão para os proativos (otimistas e realizadores) ou para os reativos (pessimistas e resmungões).

Imagine que um líder identificou que seus funcionários podem dar mais resultados dos que vêm apresentando e determine novas metas de produtividade para todo o departamento.

Dois funcionários, os proativos, estudarão novas formas de produzir, revendo os fluxos e talvez até pedindo algumas alterações no sistema informatizado para ganharem mais tempo e conseguirem alcançar as novas metas determinadas.

Outros dois colaboradores, os reativos, vão começar a reclamar dizendo, sem ao menos refletir, que será impossível alcançar as novas metas, dizendo que o líder está louco em determinar tais desafios e que a única solução para produzir estes resultados é contratando mais oito pessoas para o departamento.

Os outros 6 ( os neutros ) migram para os grupos dos proativos ou reativos dependendo do poder de influência deles.

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Neste momento é muito importante a presença da liderança, pois ela terá que fazer coro com os proativos aumentando as chances de migrar os seis neutros para a proatividade resultando as ações necessárias para sucesso das tarefas. O líder precisa detectar as pessoas proativas e desenvolver nelas o poder de influência e persuasão para que no final tenhamos oito pessoas neste grupo.

Conversar com os neutros também é uma boa estratégia, instigando-os a opinarem por soluções para o sucesso do novo desafio.

Esta lei está presente em todas as equipes de trabalho sendo importante que líderes e liderados se enxerguem em quais grupos fazem parte, isto é, sou do grupo dos dois proativos que reagem positivamente perante as dificuldades ou sou do grupo dos reativos que lamenta e se revolta mediante o problema, ou ainda sou do grupo dos neutros que aguarda ser influenciado pelos outros grupos.

Reflita, busque na sua história corporativa como você reagiu perante as dificuldades ou desafios impostos. Caso você se encaixe nos grupos dos reativos ou neutros sugiro a você elaborar um plano de desenvolvimento profissional, pois como dizia Napolen Hill: as dificuldades da vida e do trabalho se dissipam a luz do conhecimento.

Por Ricardo Piovan
Palestrante e Coach Organizacional

Veja outros artigos clicando aqui…

Sucesso.

André e Simone Calamita
http://empreendedoresinspiracao.blogspot.com

Liderança “Consciente”


O Modelo Atual de Gestão Pessoal

Todo Ser Humano é um Líder em Essência. Influencia e é Influenciado a todo momento em sua vida, na busca de sua Realização Pessoal e Profissional.

As vezes, perguntam, porque está tão difícil Liderar pessoas?

Na nossa forma de pensar, um motivo se destaca. O Ser Humano está saindo da condição passiva de simples executor de ordens, para uma atuação Ativa, de intensa participação no processo de decisão.

Mas, Por que? Qual o real motivo?

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