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Cartilha do Líder

“Odeio quando vai chegando o domingo. Lembro que na segunda -feira é dia de trabalho”.

“O melhor dia da semana? Sexta-feira!”

“Estão chegando minhas férias. Ficarei livre do trabalho um mês!”

“Se eu pudesse, escolheria outro trabalho! Mas, o mercado está em baixa!”

“Aqui, quem manda é o diretor. Nós não temos vez!”.

“Não adianta sugerir. Eles fazem o que acham certo!”

(frases soltas, ditas por profissionais, em seminários e workshop de desenvolvimento. )

Nos vários anos de convívio com profissionais de diversas empresas e funções, os comentários que retratam insatisfação no trabalho têm sido uma constante.

Sempre paro para pensar quais os motivos que levam as pessoas a criar um ambiente pouco feliz, pouco motivador.

Há poucos dias, tomei contato com um texto muito interessante que me fez refletir sobre crenças e valores pessoais e o quanto eles afetam nossa forma de ver o mundo e as pessoas que nos rodeiam.

Nesta semana, inspirada na leitura em referência, resolvi lançar as seguintes questões:

Você lidera equipes? Como você enxerga sua equipe? Que idéias você tem de seus colegas de trabalho? Você os vê como iguais? Ou usa de dois pesos e duas medidas?

Existe uma cartilha na qual rezam muitos profissionais: a cartilha da infalibilidade pessoal, que apresenta algumas lições específicas:

1. Se chego atrasado, tive um contratempo. Se o outro se atrasa é um irresponsável.

2. Se cometo um ato agressivo, estou com problemas pessoais. Se o outro agride é um descontrolado.

3. Se erro, enganei-me. Se o erro é do outro, ele é incompetente.

4. Se estou desmotivado, preciso de estímulo. A desmotivação do outro é preguiça.

5. Se não entendi um assunto, a comunicação não foi adequada. Quando o outro não entende, é tolo.

6. Se não atinjo metas, estou sobrecarregado. Metas não atingidas pelo outro indicam falta de comprometimento com resultados.

7. Meu mau humor é justificável. O do outro é incompreensível.

8. Se não cumprimento minha equipe com um “Bom Dia”, é porque estou distraído. Se não recebo “Bom Dia” dos outros, eles não têm educação.

9. Se falo uma tolice numa reunião, sou excêntrico. Se o outro se expõe, é ridículo.

10. Se demoro a dar uma resposta, sou tranqüilo. O outro é lento.

11. Se aproveito uma idéia de alguém e falo que é minha, estou agregando valor ao meu trabalho. O outro é espião.

12. Se os preços praticados por minha empresa são altos, justificam-se pela qualidade. Os preços de meus fornecedores estão fora da realidade.

Quem reza nesta cartilha, tende a adotar comportamentos pouco efetivos no dia a dia de trabalho. Não conseguem enxergar mérito nos colaboradores, adotam posturas de arrogância, apresentam inflexibilidade e, conseqüentemente têm poucas chances de obter a adesão das pessoas aos seus projetos.

Enxergar o próprio mundo com lentes cor de rosa e o dos outros com lentes cinza, torna as relações interpessoais caóticas e o trabalho um verdadeiro martírio.

Estamos na era da valorização das pessoas. Os discursos que reverenciam talentos, potenciais e competências se repetem. Uma nova cartilha está sendo delineada e sua página principal, traz um novo apelo.

PRECISA-SE:

• De pessoas que acreditem em seu próprio potencial e que vejam nos outros aquilo que têm de bom em si.

• Que reconheçam o valor de suas equipes e fiquem satisfeitas quando brilham.

• Pessoas que sejam humildes em seus atos e aprendam a aprender.

• Pessoas que formem um time, tão unido e forte, que nenhum outro o vença em sua competitividade.

• Pessoas que ajudem a elevar a auto-estima dos que estão ao seu redor.

• Pessoas promovam desafios e incentivem os outros a descobrir seus próprios dons.

• Precisa-se de gente que saiba lidar com a diversidade.

• Pessoas que sejam justas, éticas e coerentes em seus discursos e ações.

Se começarmos a refletir sobre a qualidade de vida que podemos ajudar construir no trabalho, certamente rezaremos pela cartilha da nova ordem.

Afinal de contas, passamos mais da metade de nosso tempo útil nas organizações!

Por Maria Rita Gramigna – Mestre em Criatividade Total Aplicada pela Universidade de Santiago de Compostela (Espanha)

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