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O Poder da Comunicação

As palavras que falamos a nós mesmos e aos outros são como sementes, penetram profundamente e fecundam o cérebro. Cria pensamentos e convicções e modifica quem somos.

O ser humano é um ser emocional e não há nada de errado com isso. Ouvir o nosso corpo e as emoções que ele manifesta, é o mesmo que ouvir um conselheiro com uma experiência muito maior, do que a razão e a lógica. Ouvir e abrir o coração, o símbolo das nossas emoções é o mesmo que usar a nossa Inteligência Emocional.

Aprender a utilizar a sabedoria das nossas emoções em harmonia com a mente lógica significa abrir-se para possibilidades ilimitadas, pois quanto mais a ciência aprofunda as pesquisas sobre o cérebro, mais se evidencia a capacidade humana de mudar estados de consciência, hábitos e atitudes indesejáveis. Podemos identificar a Inteligência Emocional com algumas habilidades principais:

Autoconsciência – o conhecimento das próprias emoções, percebendo como e, quando elas acontecem em nossa vida.

Gestão das emoções – capacidade de lidar com as emoções de maneira apropriada, sem nos deixar dominar por elas.

Automotivação – capacidade de ativar as nossas emoções positivas como impulso a ação.

Empatia – vem do grego empátheia que significa “entrar no sentimento” – o reconhecimento das emoções nos outros.

Gestão eficaz das relações interpessoais – capacidade de flexibilizar os próprios comportamentos e atitudes em relação a percepção de nós mesmos e dos outros.

Com o enfoque nessas habilidades da Inteligência Emocional podemos transformar e melhorar todos os aspectos da nossa vida como, por exemplo, a comunicação que tanto faz parte da nossa existência.

A palavra comunicação tem sua raiz etimológica no latim eclesiástico communicatio que significa participação a mesa eucarística e no termo latim communicare, da communis, ben comum. O significado real e o objetivo da comunicação indicam algo a ser compartilhado, a ser tornado comum. Comunicação são todas as formas expressivas, verbais e não verbais, que permitem nos colocarmos em contato com nós mesmos, com os outros, construir relacionamentos, criar respostas, construir uma ponte entre nós e os outros.

Por isso, o primeiro conceito de fundamental importância no sucesso da comunicação, ligado ao conceito de inteligência emocional, é a flexibilidade comunicativa, com isso se entende a capacidade e a intenção do comunicador de entender e se adaptar ao contexto situacional e ao próprio interlocutor. Por exemplo, um ato de flexibilidade comunicativa é usar uma linguagem que o interlocutor possa compreender e decodificar corretamente.

Outro é ter disponibilidade emotiva interna que inclui a capacidade de reconhecer e respeitar a diversidade do interlocutor, sabendo que ele pode pensar diferente, se “movimentar” em um mundo diferente e com significados diferentes.

Quando não estamos atentos a flexibilidade comunicativa e a disponibilidade emotiva interna, podemos ser vítimas do uso inapropriado da linguagem, naufragar no mar das palavras, especialmente naquelas que usamos inapropriadamente achando que não tem peso e importância, mas as palavras tem um valor muito importante, o seu impacto na realidade é muito concreto.

As palavras que falamos a nós mesmos e aos outros são como sementes, penetram profundamente e fecundam o cérebro. Cria pensamentos e convicções e modifica quem somos. Elas constroem a realidade, cristalizam nossas emoções, modelam nossas atitudes, condicionando nossas decisões.

Por isso é muito importante saber e estar consciente daquilo que estamos “tornando comum” e de como estamos fazendo isso através da nossa linguagem verbal e não verbal. A maneira como comunicamos com nós mesmos e com os outros reflete o que pensamos e condiciona nosso comportamento, expressa a ideia que temos de do mundo, das nossas dificuldades e as nossas emoções.

Por Eduardo Shinyashiki

Consultor, palestrante, diretor da Sociedade Cre-Ser e autor do livro Viva como você quer viver, Editora Gente.

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